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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ações da Telebrás,

Quem comprou uma linha telefônica entre o final da década de 70 e 1995 recebeu, junto com a linha, ações da Telebrás, antiga holding de telefonia brasileira, cujos papéis, diante da perspectiva de reativação da empresa anunciada pelo governo (para operar banda larga de internet a preços populares), já subiu, só este ano, mais de 200%. Naquela época, quem comprava linhas de telefone fixo tinha direito a ações da estatal. Muitos que receberam ações da Telebrás já venderam os papéis, mas ainda há aqueles que mantêm o direito sobre as ações - e até nem sabe que as détem.


Telebrás e a privatização: entendendo mais sobre o assunto:

A Telebrás tem hoje 886.959.131.950 de ações ordinárias e 210.029.997.060 de preferenciais, o que no total significa mais de um trilhão de papéis. Em maio de 1998, a Telebrás foi dividida em 12 empresas, cada uma delas responsável por algumas das participações acionárias da holding. Em julho de 1998, no leilão de privatização, a União vendeu sua participação em cada uma destas companhias.

Quem era acionista da Telebrás passou a ser acionista também de cada uma dessas 12 empresas com exatamente a mesma quantidade de ações que detinha da Telebrás. Por exemplo, quem tinha 1.000 ações da Telebrás, passou a ter 1.000 ações da Embratel Participações, 1.000 ações da Telesp Participações, 1.000 da Tele Norte Leste Participações, 1.000 ações da Telemar e assim sucessivamente para as 12 empresas (Fonte: RI Telebrás).

Com a especulação, a ação da Telebrás já teve uma valorização de mais de 35.000%. Para ter uma ideia do que isso significa, se o investidor colocasse R$ 10 mil na empresa no dia 31 de dezembro de 2002 teria, em março de 2010, aproximadamente R$ 3,5 milhões. Com um investimento de R$ 100 mil, ele tiraria R$ 35 milhões.

Quem tem dúvida sobre se détem ou não a ação da empresa, deve procurar as agências dos bancos Real e Santander (são os agentes de custódia das ações da Telebrás no país) e apresentar o RG, o CPF, e o comprovante de residência no setor de câmbio do banco. Se a resposta for positiva, você deve retirar um extrato da situação atual de seus papéis e entender que, eles, só podem ser negociados por meio de uma corretora de valores ok.

Abraços a todos!

blue ray DVD



Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. Compete para se converter no padrão de discos ópticos sucessor do DVD. Seu rival é o HD-DVD. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor violeta, cujo comprimento de onda é 405 nanometros, permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho usado por tecnologias anteriores (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros). Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra um comprimento de onda curta de 405 nm e conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. Blu-ray e HD-DVD dividem as mesmas dimensões e o aspecto externo.

A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray.

A tecnologia Blu-Ray é utilizada notoriamente pela Playstation 3 da Sony.

Um disco (kh) de camada única (Single Layer em inglês) Blu-Ray pode conter cerca de 25 GB de dados ou cerca de 6 horas de vídeo de alta definição mais áudio, e, no modo de dupla camada (Double Layer), este espaço é duplicado, podendo conter, aproximadamente, 50 GB. Suporta os formatos de compressão MPEG-2, MPEG-4 e VC-1. A velocidade de transferência de dados é de 36 Mbit/s (54 Mbps para BD-ROM), mas protótipos a 2x de velocidade com 72 Mbit por segundo de velocidade de transferência estão em desenvolvimento. O BD-RW (formato regravável) padrão já está disponível, assim como os formatos BD-R (gravável) e o BD-ROM, como parte da versão 2.0 das especificações do Blu-ray. Em 19 de Maio de 2005, TDK anunciou um protótipo de disco Blu-ray de quatro camadas (100 GB). Outros discos Blu-ray com capacidades de 200 GB (oito camadas) estão também em desenvolvimento.

Recentemente a TDK anunciou ter criado um disco Blu-ray experimental capaz de armazenar até 200 GB de informação em um único lado (seis camadas de 33 GB)



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

valentine, lingerie

VALENTINE LINGERIE

A Valentine Lingerie, fundada em julho/2009 nasceu com objetivo de produzir lingeries confortáveis, sensuais, dentro das tendências de moda e com preço bastante acessíveis. Nosso foco é atender as necessidades das mulheres modernas, trabalhadoras, inteligentes, guerreiras, mas que não podem jamais perder a sensualidade e beleza. Enfim, mulheres valentes.
Atualmente, nossa capacidade produtiva é de aproximadamente 10mil peças/mês, podendo ser adequada de acordo

lingerie


História da Lingerie
A história da lingerie começa por volta do segundo milênio antes de Cristo. Em Creta, as mulheres usavam um corpete simples que sustentava a base do busto, projetando os seios nus. Essa "moda" era inspirada na Deusa com Serpentes, ideal feminino da época.
História da Lingerie
Na Idade Média, surgiram os ancestrais do corselete. Um deles era a cota, uma túnica com cordões. O outro era conhecido como bliaud, uma espécie de corpete amarrado atrás ou nas laterais, que apertava o busto como uma couraça e era costurado à uma saia plissada. O sorquerie era uma cota muito justa também conhecida como guarda-corpo ou corpete. E havia ainda o surcot, um colete enfiado por cima do vestido e amarrado.
História da Lingerie
Só no final da Idade Média, em torno do século XV, durante o ducado da Borgonha, é que as mulheres nobres passaram a usar um largo cinto sob o busto que, além de sustentar os seios, faziam com que eles parecessem mais volumosos
História da Lingerie
Do século XV ao XVI, durante o Renascimento, a roupa íntima feminina ficou ainda mais rígida. É nesta época que surgiu o corps piqué, um corpete pespontado que apertava o ventre, afinava a cintura e deixava os seios com aspecto de cones. Esta peça era construída com uma haste, que muitas vezes era feita de madeira de buxo ou marfim. Havia, ainda, uma haste de metal central que, em alguns modelos, chegava a pesar até um quilo. Essas hastes eram trabalhadas com gravuras e inscrições, pois, de acorddo com os costumes da época, podiam ser retiradas e exibidas em sociedade depois de um lauto jantar. No entanto, estes corpetes começaram a causar polêmica entre médicos esclarecidos, pois comprimiam órgãos internos, causando entrelaçamento de costelas e até a morte.
História da Lingerie
Somente no século XVIII é que as mulheres começam a respirar, literalmente, um pouco mais aliviadas. É que as hastes de madeira e metal foram substituídas pelas barbatanas de baleia. Os decotes aumentaram e os corseletes passaram a ser confeccionados para comprimir a base do busto, deixando os seios em evidência. Também foi nesta época que os corseletes ganharam sofisticação. Eram bem trabalhados com bordados, laços e tecidos adamascados. E, a partir de 1770, junto com as idéias iluministas que culminaram com a Revolução francesa, houve uma espécie de cruzada anti-espartilho. Médicos, escritores, filósofos militavam contra os corseletes.
História da Lingerie
No século XIX, as crinolinas (anáguas confeccionadas com tecidos rígidos, feitos de crina, para armar as saias), praticamente desapareceram. Mas o corselete permaneceu na moda. Em 1832, o suíço Jean Werly abriu a primeira fábrica de espartilhos sem costuras. E, em 1840, foi lançado um modelo com um sistema de de cordões elásticos. Isso permitia que a mulher pudesse, ela mesma, vestir e tirar a peça sozinha. Além do corselete, as roupas íntimas eram compostas por calças que chegavam até os joelhos, cheias de babadinhos.
História da Lingerie
A partir de 1900, o espartilho começou a se tornar mais flexível. Os balés russos de Serge de Diaghliev faziam muito sucesso em Paris. E seus trajes neo-orientais inspiraram costureiros como Paul-Poiret e Madeleine Vionnet que inventaram roupas que formavam uma silhueta mais natural. Em 1904, a palavra soutien-gorge (sutiã) entrou no dicionário francês. E em 1913, Mary Phelps Jacob inventou o sutiã, vendendo a patente para a Warner Company. No ano seguinte, 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial, a mulher teve de trabalhar nas fábricas. Isso fez com ela precisasse de uma nova lingerie que lhe permitisse movimentação. Por isso, o espartilho foi substituído pela cinta.
História da Lingerie
Nos anos 20, as roupas íntimas eram formadas por um conjunto de cintas, saiotes, calcinhas, combinações e espartilhos mais flexíveis. E a lingerie passou a ter outras cores, além do tradicional branco.
História da Lingerie
Em 1930, a Dunlop Company inventou um fio elástico muito fino, o látex. A roupa de baixo passou a ser fabricada em modelagens que respeitavam ainda mais a diversidade dos corpos femininos. E ,a partir de 1938, a Du Pont de Nemours anunciou a descoberta do náilon. E as lingeries coloridas, finalmente, tornam-se bem populares. Mas em 1939, com o início da Segunda Guerra Mundial, o náiloon saiu do setor de lingerie e foi para as fábricas de pára-quedas.
História da Lingerie
Com o final da Segunda Guerra Mundial, o New Look do costureiro Dior, lançado em 1947, propunha a volta da elegância e dos volumes perdidos durante o período da guerra. Para acompanhar a nova silhueta proposta pelo costureiro, a lingerie precisava deixar o busto bem delineado e a cintura marcadíssima. Surgiram os sutiãs que deixavam os seios empinados e as cintas que escondiam a barriga e modelavam a cinturinha.
História da Lingerie
No final dos anos 50 e início dos 60, os fabricantes começaram a se interessar pelas consumidoras mais jovens. A Lycra foi lançada com sucesso, pois permitia os movimentos. A lingerie passou a ter diversos tipos de modelagens, embora, na maioria, ainda mantivesse os sutiãs estruturados.
História da Lingerie
No final dos anos 70 e início dos 80, a inspiração romântica tomou conta da moda. Cinta-liga, meias 7/8 e corseletes, sem a antiga modelagem claustofóbica, voltaram à moda. Rendas, laços e tecidos delicados enfeitavam calcinhas e sutiãs.
História da Lingerie
Dos anos 90 até os dias de hoje, a ligerie, assim como a moda, não segue apenas um único estilo. Modelagens retrô, como os caleçons, convivem com as calcinhas estilo cueca. Os sutiãs desestruturados dividem as mesmas prateleiras com os modelos de bojo. Tecidos naturais, como o algodão, são vendidos nas mesmas lojas de departamento que os modelos com tecidos tecnológicos.
Fonte: manequim.abril.com.br
História da Lingerie
Desde a antigüidade, a lingerie exerce um papel fundamental na vida das mulheres. Na Grécia, a necessidade de usá-la surgiu por causa da preocupação das mulheres em cobrirem suas intimidades. Elas banhavam-se nas fontes da cidade de Atenas, usando túnicas e um pequeno triângulo de tecido amarrado com fios nos quadris. Dessa forma, surgiu o que foi considerada a primeira tanga.
Para proteger a pele dos tecidos ásperos e pesados que eram usados na época, usavam-se as túnicas, que eram camisolas longas, para ambos os sexos.
As lingeries eram consideradas símbolos de "status", pois uma mulher bem arrumada demonstrava riqueza e por conseqüência a imagem do homem bem sucedido. Foi nessa época que surgiram as ligas feitas de lã, como uma necessidade de segurar as meias de algodão.
As lingeries eram muito desconfortáveis, pois os espartilhos eram feitos de esparto, mesmo material usado para fazer cestos, e a estruturação era feita com barbatanas de baleia, como uma armadura.
O estilo diretório, que surgiu através do comércio com o Oriente e a América, era um vestido decotado, preso debaixo do busto e uma calça larga de linho, a qual era presa no tornozelo. Sua ousadia era aparecer sob as saias que arrastavam no chão. Surgiram então as anquias, que são armações de arame, amarrados na cintura, com a finalidade de aumentar os quadris.
Com o tempo, a anquia foi substituída por uma calda, chamada de culo, que deixava as mulheres estreitas de frente e como uma grávida de costas, tendo o espartilho força total, tendo que ser amarrado por duas pessoas. Sua função era deixar a mulher com uma minúscula cintura.
Posteriormente surgiram as crinolinas, que eram armações de tubos de tecidos forradas com crinas de cavalo, as quais faziam muita compressão no corpo da mulher, causando casos diários de desmaios.
Por volta de 1900, o famoso costureiro Paul Poret colocou um fim nos espartilhos e corpetes, salientando a lingerie como algo sensual, surgindo daí os calções de tecidos finos, as camisetas de cambraia ou de seda, usando muitas combinações. Dessa forma, a lingerie tornou-se símbolo feminino de sensualidade, sedução e luxo.
O elastano, e posteriormente o nylon, eram considerados uma segunda pele, e proporcionavam lavagem e secagem rápida. Surgiram de forma revolucionária no mercado da lingerie, principalmente por serem formados por novas fibras, como matéria prima alternativa, ficando assim com um preço muito mais acessível. Com a queda da bolsa de valores, em 1929, o poder aquisitivo não permitia que as mulheres gastassem tanto com as lingeries.
Por volta de 1950, surgiram os modelos de recortes ousados para soutiens, como os que levam arame para dar sustentação. Com o tempo, os sutiens com bojo, e também os bustiers, chamados sutiens sem alça, ganham força total no mercado..
Ousadia maior foi quando surgiu a transparência das rendas, os topes e outros mais, devido ao desenvolvimento dos produtos. Desse modo, a mulher ganhou o poder da opção. Como dito por especialistas: "A lingerie que se parece com você, que se move com você e que se sente como você".

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mulher-historia-da-lingerie/historia-da-lingerie.php


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ibm servidores


A IBM Brasil - Indústria, Máquinas e Serviços Ltda é uma das subsidiárias da IBM World Trade Corporation.

Em 1917, a IBM surgiu no Brasil, ainda funcionando com o nome de Computing Tabulating Recording Company. Nesse mesmo ano, o Sr. Valentim F. Bouças, representante da CTR, firmou o primeiro contrato para a prestação de serviços com a Diretoria de Estatística Comercial.

As máquinas dessa época eram:
  • Perfuradoras mecânicas
  • Separadoras verticais
  • Tabuladoras standard

Com os excelentes resultados obtidos, o Governo Brasileiro resolveu contratar a CTR para o censo demográfico de 1920. Nesse mesmo ano chegaram ao Brasil as primeiras máquinas impressoras.

O ano de 1924 marcou o estabelecimento definitivo da IBM Brasil.

Através de decreto do então presidente Arthur Bernardes e com o nome de International Business Machines Co. of Delaware, a IBM, sempre representada pelo Sr. Valentim Bouças, estendeu suas atividades a diversas e importantes organizações privadas da Indústria e do Comércio.

Apareciam no Brasil, duas outras linhas de produtos constituídas pelas:

International Time Recording - Equipamentos de controle de tempo. Dayton Computing Scale - Instrumentos de aferição de peso.

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A IBM desenvolvia-se

Em 1925 foram feitas as primeiras instalações de relógio auto-regulados. Em 1928 foram introduzidos no Brasil o cartão de 80 colunas bem como os primeiros cursos técnicos, caracterizando assim, um ano de grandes modificações para a IBM.

Em 1930, paralelamente ao impulso que a IBM deu ao setor educacional, registrou-se a criação das primeiras filiais nos estados.

E foi em 1939, que Thomas Watson inaugurou o prédio da Fábrica IBM, em Benfica, no Rio de Janeiro. Esta foi a primeira fábrica IBM na América do Sul.

Em 1949 a companhia passou a funcionar diretamente no Brasil com o nome de IBM World Trade Corporation.

De 1950 a 1954 foram introduzidos novos equipamentos e as primeiras calculadoras eletrônicas, que provocaram marcantes transformações nos métodos de ensino e de produção.

Em 1959, a IBM fez o ano da revolução dos sistemas administrativos das empresas brasileiras, através do lançamento do primeiro computador eletrônico IBM: um RAMAC 305.

Nos anos seguintes, simultaneamente ao aperfeiçoamento de sua política de pessoal, a IBM do Brasil, denominação adotada em 1960, passou a viver a era dos computadores eletrônicos.

Em 1961 na fábrica de Benfica, foi iniciada a montagem dos computadores 1401. Equipamento de maior sucesso na história de processamento de dados.

Acompanhando a mudança do governo e dos inúmeros setores da administração pública, a IBM inaugurou sua filial de Brasília em 1963.

Em 1964, em atenção a demanda do mercado mundial de processamento de dados, iniciou-se a exportação de máquinas perfuradoras e verificadoras e, em 1970, o valor das exportações de produtos DP (Data Processing) e OP (Office Products) fabricados no Brasil já era superior a 14 milhões de dólares.

Os produtos DP caracterizavam-se por produtos na área de computação e os produtos OP eram orientados para escritórios, como as famosas Máquinas de Datilografia IBM.

No ano de 1966, a IBM do Brasil assinou com o IBRA o maior contrato de serviços de dados na história da IBM. Na mesma época, foi lançado no mercado brasileiro a máquina de escrever elétrica, IBM 72, sendo assinados os primeiros contratos para os sistemas IBM 1130 e IBM S/360.

A partir de 1967, iniciou-se um crescimento acelerado das suas operações ate 1980, quando começaram as exportações do computador IBM 4341 para o Japão.

Também nesse período surgiram as restrições da política nacional de informática, através da CAPRE e posteriormente da SEI.

A década de 70 ficou marcada pelo crescimento da informatização no Brasil. Foi introduzido no Bradesco o primeiro sistema de teleprocessamento e a Bolsa de Valores instalou seu primeiro CPD. No ano seguinte, o computador IBM é divulgado pelo país através de uma exposição ambulante montada sobre um veículo - o Road Show.

Em 1971 foi inaugurada a Fábrica Sumaré, iniciando-se assim uma nova fase tecnológica. Em 1972 entra em linha de produção a unidade central de processamento do computador sistema S/370 modelo 145, além das unidades de fitas magnéticas 3420 e controladoras de fitas 3803. Em 1973, ainda em Sumaré, começa a produção da família de terminais 3270 e das impressoras seriais modelo 3287.A empresa atinge exportações de US$ 54 milhões no ano de 1974.

Enquanto durava a reserva de mercado, quando ficou impedida de fabricar pequenos sistemas no Brasil, a IBM do Brasil ampliava a sua atuação no país, inaugurando o Centro Educacional Residencial da Gávea, no Rio de Janeiro (hoje Centro de Estudos Executivos) e o Centro Científico, em Brasília, o primeiro da América Latina para projetos com as universidades.

Em 1979 a fábrica de Sumaré inicia a produção da CPU 4341 com capacidade máxima de 16 Mbytes e em 1980, os processadores 4331-MG2 e 4341-MG2, além dos discos magnéticos 3370. Nesta mesma época, a empresa se instala na nova matriz, na Avenida Pasteur, Rio de Janeiro, e coloca em funcionamento o Centro de Suporte a Clientes no Rio, em São Paulo e em Brasília.

Em 1981, Sumaré inicia a produção das máquinas de escrever elétricas 196 e 196C e a empresa começa a instalar o sistema de correio eletrônico PROFS. Em 1984 a empresa passa a se chamar IBM Brasil. No mesmo ano é criado em São Paulo o Centro de Tecnologia de Software. No ano seguinte é a vez de se instalar em Sumaré o Centro de Tecnologia de Hardware.

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Em 1985 a IBM Brasil cria o conceito de trabalho em parceria com empresas nacionais e anuncia o primeiro protocolo de entendimento com a Conpart, para a produção de fitas magnéticas. Outra parceria, com a Gerdau, cria a GSI (Gerdau Serviços de Informática), transferindo toda atividade dos bureaus de serviço da IBM.

Atendendo às exigências do governo brasileiro de nacionalização de produtos, a IBM Brasil inicia a construção de salas limpas em Sumaré, para produzir discos magnéticos HDA.

Continuam os acordos e parcerias e em 1987 é anunciado o programa de Marketing Cooperativo. Parte de Manaus o primeiro lote de 800 máquinas de escrever eletrônicas montadas na Zona Franca. Este é o ponto alto do processo de transferência da linha de montagem da IBM 6746 de Sumaré para a PCI, empresa de capital amazonense.

Em 1987 a IBM Brasil completou 70 anos.

Em 1988 se iniciam as parcerias de produtos com empresas nacionais, como a Conpart para fabricar unidades de fitas magnéticas e como a Digilab, para impressoras. Começa o acordo de transferência de tecnologia com a SID para controladoras de comunicação e o contrato de revenda das estações gráficas IBM 5080 e de distribuição de pacotes de software para CAD/CAM com a Villares.

Em 1989 começam as parcerias de fabricação com a Nelco para controladoras de terminais e com a TDA para os terminais 3276/3278 monocromáticos. São iniciadas as associações com a Digilab para a impressora de 2000 linhas por minuto.

Mais parcerias na década de 90. Com a Itautec, para a fabricação e comercialização do AS/400 e uma associação com a SID, para a produção do PS/2, por meio de uma nova empresa chamada MC&A. Em julho a fábrica de Sumaré instala a nova linha de montagem de placas com tecnologia SMT (Surface Mounted Technology) para prover sistemas AS/400 e PS/2 e o governo brasileiro oficializa a primeira joint-venture entre a IBM e a SID para a produção de PS/2 no Brasil, através da MC&A.

Em 1993, a IBM Brasil assumiu o controle acionário da MC&A adotando o nome usado pela IBM Corporation para sua unidade de computadores pessoais: PC Company.

Em 1994, a IBM assumiu o controle acionário da GSI e da IVIX (joint-venture com a Villares, para comercialização do Sistema RISC/6000)

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A IBM Brasil hoje
A IBM, uma das maiores empresas de tecnologia da informação do mundo, é líder em soluções completas de TI, que envolvem serviços, consultoria, hardware, software e financiamento. Nos seus 94 anos de presença no Brasil, a companhia acompanhou – e muitas vezes orientou - as mudanças e avanços da indústria. Hoje, a IBM possui soluções de ponta a ponta, adequadas a empresas de todos os portes e perfis de negócios. Presente em mais de 170 países, a IBM opera no modelo de empresa globalmente integrada e emprega cerca de 400 mil pessoas em todo o mundo. Em 2010, a empresa atingiu um faturamento global de US$ 99,9 bilhões.
Ao longo dos últimos anos, a IBM transformou completamente seu modelo de negócio. O tipo de trabalho que a empresa pode realizar hoje é muito diferente do trabalho de alguns anos atrás. A IBM se desfez de várias atividades que já tinham se transformado em commodities, como os segmentos de PCs e Impressoras, e ampliou os investimentos em áreas-chave de alto valor, como consultoria, Informação on Demand e Serviços.
Agora a IBM está vivendo um novo momento em sua história, guiando seus negócios pela visão de que a tecnologia pode e deve ser usada para criarmos um planeta mais inteligente. A empresa acredita que o fenômeno da globalização, que tem aproximado e conectado pessoas e empresas, alinhado à tecnologia cada vez mais acessível a todos, representa um imenso potencial para criar um planeta mais saudável, sustentável e, sobretudo, mais inteligente. Nos próximos dois anos, dois bilhões de pessoas e um trilhão de coisas – como carros, câmeras, estradas e bancos – estarão conectados na internet. Pela primeira vez na história, quase tudo pode estar digitalmente interconectado e a tecnologia está disponível a custos cada vez mais baixos.
Isso significa a tecnologia pode aplicar inteligência em qualquer sistema, modo de trabalho ou processo de produção para ajudar o mundo a funcionar de forma mais eficiente. Temos possibilidades incontáveis de usar a tecnologia para minimizar problemas em setores que são grandes desafios para a sociedade, como congestionamentos de trânsito, necessidade de melhoria nas redes elétricas, conservação de água potável, distribuição de alimentos, serviços de saúde e diversos outros. E a IBM conduz seus negócios com essa finalidade: de entregar ao mundo tecnologia que beneficie a população e ajude a resolver problemas da sociedade.
Nos últimos quatro anos, a IBM Brasil mais do que dobrou de tamanho. Hoje, o Brasil possui um dos quatro centros de prestação mundial de serviços da IBM. Para poder atender clientes de qualquer lugar do mundo, a IBM Brasil faz parte do que a empresa define como “Global Delivery Model”, modelo integrado de prestação de serviços que garante custos competitivos, excelência e padronização de processos.
Anualmente a IBM investe cerca US$ 6 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento. A IBM tem mais de 3000 pesquisadores espalhados em 8 laboratórios em todo o mundo. A trajetória de inovação da empresa tem sido reconhecida internacionalmente ao longo de sua história. Além de cinco prêmios Nobel, os pesquisadores da IBM já receberam diversos reconhecimentos e medalhas importantes nas áreas tecnológicas e científicas.
Há 17 anos consecutivos a IBM é eleita a empresa com maior número de patentes registradas. A tecnologia IBM está presente nos principais supercomputadores do mundo e também em milhões de casas em alguns dos mais potentes e modernos vídeo games da atualidade, equipados com chips da IBM.
O amplo investimento da IBM em inovação não se traduz somente nas invenções tecnológicas que a empresa tem lançado no mercado, mas principalmente, na preocupação da IBM em ser o principal parceiro de seus clientes para ajudá-los a se reinventarem e a inovarem também em seus próprios negócios. Visando manter a excelência no atendimento customizado a cada cliente, a IBM vem expandindo seus investimentos no conhecimento por indústria, se consolidando como a única empresa no mundo capaz de fornecer soluções de TI completas para cada indústria.
Esse mesmo compromisso que a IBM tem mantido com os clientes ao longo dos anos é replicado também à sociedade. A IBM conduz os seus processos de negócios, desenvolve projetos e realiza parcerias com a finalidade de colocar a tecnologia a serviço da sociedade, pois acredita que excelência tecnológica está associada ao bem-estar social.
A IBM usa sua experiência e capacidade em tecnologia e inovação para beneficiar a sociedade, através de projetos como o World Community Grid, comunidade mundial criada com o objetivo de ajudar no avanço de pesquisas que buscam tratamentos e a cura de doenças. Essa tecnologia permite formar um supercomputador virtual através da união do poder computacional de centenas de milhares de computadores de indivíduos espalhados por todo o mundo. Quando não está sendo utilizada por seus usuários, a capacidade desses computadores é “doada” a uma rede que reúne a potência do tempo ocioso dessas milhares de máquinas, formando um poder computacional sem precedente. Entre os principais temas estudados pelo WCG estão Aids, Câncer, Varíola, Dengue e vírus da gripe como o H1N1. Para se ter uma idéia da importância desse projeto, o WCG permite realizar, em menos de um ano, pesquisas para tratamento e cura da Dengue que levariam 50.000 anos para serem concluídas.
Dentro da empresa, a IBM se preocupa em manter uma força de trabalho que reúna os melhores talentos do mercado. Por isso, procura assegurar os direitos e o crescimento de todos os seus profissionais com o apoio de quatro grupos dedicados a diversidade: mulheres; afro-descendentes; portadores de deficiência; e GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros).
Em toda a sua história, a IBM Brasil sempre manteve a diversidade como uma preocupação constante e um exemplo de como os valores da companhia são aplicados na prática. Esses valores norteiam a empresa em todas as suas ações. São eles: dedicação ao sucesso de cada cliente; inovação que faz a diferença e confiança e responsabilidade pessoal em todos os relacionamentos.



http://www.ibm.com/br/ibm/history/ibm_brasil.phtml


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Fandango



Fandangos

Criação: 1983, no Brasil.
content_brand_pepsi_block Marca brasileira de salgadinhos que conquistou nossas crianças e mães com um produto gostoso e divertido. Fandangos é assado e feito de milho, um cereal que fornece energia para as atividades do dia-a-dia, além disso, é fonte de vitamina e ferro.



Chips !! Elma Chips


Pegaditos (19xx-2004) Salgadinho na forma de pegadas de dinossauro (saiu de linha)
Baconzitos (1974)
Stiksy (1976)
Cheetos, Bola, Tubo e Tradicional (1977). Depois de (1986), permanece somente no formato original, retornando o Bola, Tubo e novidades: Estrela, Meia-Lua e Ondas, no sabor requeijão, em (2000).
Cebolitos (1978)
Fandangos (1980); sabores: queijo e presunto (feitos de milho)
Zambinos (1982); Sabor Pizza, de formato arredondado, lembrando uma mini-pizza (saiu de linha)
Lays (1984) ;Sabor original,saiu do mercado.
Doritos (1985); sabores: Original, Pizza (saiu do mercado), Quejo nacho, Dippas, Sweet Chili e Late Night (sabor Cheeseburger)
Ruffles (1986); sabores: tradicional, cebola e salsa, churrasco, costelinha barbecue, cream cheese e Twist com toque de limão.
Pingo d'Ouro (2002); sabores: frango picante, bacon, picanha grelhada e queijo.
Sensações (2004); sabores: frango grelhado e peito de peru
Sensações Fit; sabores: ervas finas e toque de azeite e sal
Sensações Ao Forno; sabores:
Stax (2006); sabores: original, cheddar, sour cream & onion e pimenta tailandesa
Na Mesa (2007) ; sabores: tradicional, salsinha e cebola e toque de pimenta
Opa! (2008) ; sabores: ovinhos de amendoim, sabores: camarão, pizza,









quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Veículos de Comunicação



O Grupo Troiano de Branding divulgou a 12º edição dos Veículos de Comunicação Mais Admirados no Brasil. O estudo calcula o Índice de Prestígio da Marca (IPM) dos principais veículos de comunicação do País a partir dos dados da pesquisa feita pela Qualibest junto aos assinantes do Meio & Mensagem.



Fonte: Grupo Troiano de Branding

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Novo Azeera


Novo Azeera

Auto Esporte:
Já anunciado no Brasil e aberto a encomendas, o Hyundai Azera 2012 foi lançado oficialmente ontem (quarta-feira - 16.11.2011), durante o Salão de Los Angeles. Na nova geração, o antes insosso sedã adota a linguagem visual batizada pela marca coreana de Fluidic Sculpture (escultura fluída), e teve seu visual totalmente remodelado. Destaque para os vincos laterais que se encontram na traseira e adornam a gigantesca lanterna. Outra boa novidade no Azera 2012 é a adoção do motor 3.3 V6 de injeção direta de combustível, recurso que eleva o desempenho e reduz o consumo. Representante da família Lambda II, o novo bloco rende 293 cavalos e 35 kgfm de torque, e trabalha em conjunto com uma transmissão automática de seis marchas. Seu consumo, de acordo com dados da montadora, é de 8,5 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada. O sedã também conta com o sistema Active Eco, que promete 5% a mais de economia quando selecionado. No Brasil, entretanto, o motor oferecido é um 3.0 V6, de 250 cv. Entre os equipamentos, destaque para sistema de navegação, câmera traseira de auxílio à ré, bancos em couro com aquecimento, entre outros.




Lamborghini Aventador



Lamborghini Aventador


O Aventador LP 700-4, maior lançamento do ano da Lamborghini, tem 7 unidades vendidas no Brasil, que serão entregues até o fim do mês, diz Stephan Winkelmann, presidente e CEO da Automobili Lamborghini, que veio ao país na semana passada para apresentar o carro. O preço de cada unidade foi divulgado nesta segunda-feira (21): R$ 2,8 milhões. "Para a Lamborghini, o Brasil é um mercado novo no qual acreditamos muito. Prevemos que as vendas neste país deverão dobrar em relação a 2010", afirma Winkelmann. "Até agora, foram vendidas 7 unidades do Aventador para o Brasil, que serão entregues até o final deste mês. E a demanda por veículos Lamborghini continua crescendo. Em todo o mundo, as encomendas para o Aventador LP 700-4 já atingiram 18 meses de produção", completa o executivo. Lançado em março passado, no Salão de Genebra, para substituir o lendário Murciélago, o Aventador é equipado com um motor 6.5 litros V12 que desenvolve 700 cavalos de potência. Feito de fibra de carbono, conta com sistema de suspensão derivada da Fórmula 1. Ele acelera de 0 a 100 km em apenas 2.9 segundos e chega a 350 km/h. Segundo a montadora, o modelo é vendido em 45 países. Ele deverá ser visto no próximo filme do Batman.






New Civic



Novo "New Civic"

! Matéria Auto Esporte:
Um dos lançamentos mais esperados do ano, a nona geração do Honda Civic foi apresentada nesta quinta-feira (24), em São Paulo. Ela era prevista para julho passado, mas a culpa do atraso não é da montadora japonesa. Primeiro foram os desastres naturais no Japão, ocorridos em março, que adiaram o lançamento do sedã. Superado o contratempo, as recentes enchentes na Tailândia jogaram a chegada dele para a segunda quinzena de janeiro. Tudo por conta das dificuldades enfrentadas pelos fornecedores.

As postergações também levaram a Honda a não definir, ainda, um preço para o novo Civic. Executivos da marca dizem que a versão intermediária, LXL, deve continuar em R$ 67.340, preço do atual modelo. Já as configurações das pontas, LXS (básica) e EXS (topo), provavelmente terão uma variação de 1%, para mais ou para menos. Os valores serão confirmados (e revelados) nos próximos dias, diz a montadora. Os testes em concessionárias começam só no ano que vem.

Brasil x Mundo

Produto global, o Civic é o mesmo pra todo mundo. Mas há algumas diferenças estéticas no modelo nacional. Basicamente, mudam: o para-choque dianteiro, bem mais esportivo; os faróis, de lentes mais refinadas; e detalhes mínimos no para-choque traseiro. Até aqui, estamos à frente do modelo norte-americano, que é um tanto insosso. O único problema talvez seja o aplique refletor que invade a tampa do porta-malas, dando uma seriedade exagerada à traseira do veículo.

Internamente, o que foi de grande ousadia no lançamento da oitava geração, em 2006, ganhou volume. O painel continua com dois andares, mas está maior. Tudo para abrigar mais informações, como o indicador do ECON e o intelligent Multi-Information Display (iMID) – o outrora sedã menos equipado da categoria agora tem até tela de LCD de 5 polegadas. As dimensões também mudaram, deixando o Civic mais comprido e mais curto no entre-eixos. O primeiro recurso foi bom para o porta-malas, que passou de ruins 340 litros para bons 449 litros. Agora sim o Civic tem porta-malas de sedã.

Consumo

Uma das queixas em relação ao atual modelo é o consumo. O novo Civic, para se redimir, traz o sistema Econ: basta apertar um botão à esquerda do volante e o funcionamento do motor muda, imperceptivelmente, priorizando o consumo. Basicamente, a borboleta do acelerador, com o Econ ligado, abre gradativamente, deixando o controle de injeção de combustível mais comedido, ao abrir a borboleta de aceleração gradativamente. Também há aperfeiçoamentos no motor, que tem torque disponível mais abundantemente em baixas rotações, e no câmbio, que ficou mais curto nas 1ª e 2ª marchas.

Mais estável, menos esportivo

É preciso ficar claro que o novo Civic não é apenas uma reestilização do atual modelo. Trata-se de um carro distinto. Segundo a Honda, 95% das peças foram trocadas. Além das evoluções no motor e no câmbio, mexeu-se também na plataforma. Graças a um sub-chassi (quem sustenta a suspensão dianteira) mais flexível, há mais estabilidade. E não é papo de engenheiro: numa pista fechada, o novo Civic contornou curvas mais “pregado” ao chão e com os pneus reclamando bem menos que o modelo atual, lá também presente para comparações. Além de mais estável, está sensivelmente mais macio, absorvendo melhor as irregularidades do piso. E o desempenho continua adequado às intenções de um sedã médio.

O novo Civic é mais carro que o atual. Reclamavam da falta de equipamentos, e a Honda incrementou o sedã de equipamentos. Reclamavam do porta-malas pequeno, e lá foi a montadora ampliar seu espaço. Reclamavam das saídas de frente em curvas mais ousadas, e agora é preciso exagerar para tirar o carro de sua trajetória. Até GPS, que a versão atual nunca sonhou ter, essa tem.

Mas alguma coisa na sua essência se foi. O Civic continua um carro gostoso de guiar, mas não especial. O câmbio manual não é mais seco e preciso; é macio e preciso. A direção hidráulica era direta e tinha o peso ideal; a nova é elétrica, e diminui um pouco a comunicação entre motorista e carro. E o volante, que convidava qualquer um a dirigir, passou a ser apenas uma peça para movimentar o carro para um lado para o outro.

Enquanto o atual é um carro mais visceral e de pretensões esportivas, esse é um ótimo sedã, mas levemente apimentado. É provável que a nona geração leve o modelo a retomar a liderança no segmento de sedãs médios – afinal, o atual campeão Corolla pouco fez para manter o trono, recebendo alterações discretíssimas, bem menores em quantidade e intensidade do que as que o Civic ganha agora. Mas o atual modelo certamente deixará saudades.


Mustang 2013


Novo Mustang 2013



O Salão de Los Angeles, que abre hoje suas portas, é a ocasião escolhida pela Ford para, precocemente, apresentar a linha 2013 do Mustang. Entre as novidades, o lendário muscle car ganha visual renovado nas versões Boss 302 e Boss Laguna Seca e mais potência para o Shelby GT500. A nova cor amarela e as listras negras, que prestam homenagem ao modelo que competiu no Trans-Am Championship, em 1970, são as principais novidades dos esportivos, que mantêm a motorização original – no caso, um 5.0 V8, de 444 cavalos. Nova grade e conjunto ótico redesenhado também acompanham a linha 2013. Em relação ao Boss 302, o Boss Laguna Seca tem suspensa mais rígida, mais kits aerodinâmicos e perde os bancos traseiros para reduzir peso e se tornar mais adequado ao uso em circuitos. Para quem busca mais potência, a Ford também apresentará o novo Shelby GT500, que agora leva um bloco V8 de 5.8 litros com um sistema de sobrealimentação maior e mais eficiente. O resultado é assustador: 650 cv de potência, 82,9 kgfm de torque e velocidade máxima de 320 km/h, segundo a marca. As rodas são de 19 polegadas na frente e 20 na traseira, enquanto os freios são da marca italiana Brembo. Visualmente, o Shelby GT500 também ganhou o novo conjunto ótico.

Dodge Dart 2013


  • 5 dias atrás
    5 dias atrás


uma condução mais dinâmica ao estilo europeu, contando ainda com o sistema de suspensão independente que é incomum para este segmento. Os futuros Dodge Dart terão opção de três motores, um 1,4 L 16 v MultiAir Turbo, um 2,4 L 16 v MultiAir e um 2,0 L 16 v que aliado a nova transmissão de nove velocidades automática ZF espera-se consumo médio em torno de 17 km/l




Ford Edge 2012

O Edge 2012 está ainda mais moderno e sofisticado. Suas tecnologias são inovadoras e exclusivas.
1 Ford Edge 2012 550x366 Fotos do Ford Edge 2012   Preço no Brasil
O sistema MyFord Touch™ com SYNC® Media System dispõe, no quadro de instrumentos, de telas de LCD configuráveis por meio dos comandos do volante e tela de 8 polegadas touchscreen no painel, Navegador (GPS), além do Sony Audio System com 12 alto-falantes e tecnologia Dolby Pro Logic II que cria um som ambiente digital 5.1, duas entradas USB, leitor de cartão de memória, conexão Bluetooh para celular e comandos de voz.

Uma maneira simples, inteligente e segura do motorista se conectar.

No Edge, a tecnologia também está à serviço da segurança, com os equipamentos: sistema BLIS® de monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, o sistema de destravamento das portas por sensor e partida do motor por meio do controle remoto ou do botão no console (Ford Power), chave MyKey que configura vários itens de segurança do veículo, câmera de ré com visão traseira e sensor de chuva no para-brisa.

Há ainda o motor 3.5 V6, agora com a tecnologia Ti-VCT, de duplo comando variável e independente de válvulas. Garante mais potência com 289 cavalos e melhor eficiência no consumo de combustível.

Conheça todos os detalhes do Edge, o crossover que é referência em design, tecnologia e segurança.


3.5L V6 Duratec (AWD) 3.5L V6 Duratec (FWD)
Transmissão Automática de 6 velocidades sequencial com trocas na manopla do câmbio
Tração AWD FWD
Potência Máxima (cv@rpm) 289cv / 6500 rpm
Torque Máximo (Nm@rpm) 343 Nm / 4000 rpm
Combustível Gasolina
Número e disposição dos cilindros 06 em V


http://www.ford.com.br/showroom.asp?veiculo=45&secao=1



Motorola Xoom 2 Media Edition




tablet Xoom 2 Media Edition, que é uma versão portátil do Xoom 2, ainda sem data de lançamento previsto no Brasil. Disponível na versão Wi-FI e tela HD de 8,2 polegadas, o aparelho começará a ser vendido no dia 20 de dezembro nas lojas brasileiras e custará R$ 1.299,00, o que é um bom preço, se comparado a tablets semelhantes.





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