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segunda-feira, 5 de junho de 2017

KIBON

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A história
A história da KIBON começou na década de 30 na cidade de Xangai na China tendo origem em uma empresa criada por um empreendedor norte americano chamado Ulysses Harkson. Saboroso desde o início, o negócio acabou por se tornar lucrativo já nos anos 40, mas com a ameaça da Segunda Guerra Mundial, e conseqüentemente a tensão entre Japão e China, foi inevitável a transferência da filial para fora da área de conflito. Que sorte a do Brasil, que acolheu a nova empresa na cidade do Rio de Janeiro em 1941, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942. Mesmo nesta época de guerra as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos - Sorvex Kibon. A palavra SORVEX foi adicionada ao como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa. Ainda neste ano, no verão, iniciou-se a produção de dois sorvetes que seriam os campeões de venda da empresa, atravessando décadas até os dias de hoje: Eskibon (um protótipo que contrariava todos os modelos até então conhecidos de sorvete: não era picolé, pois não tinha palito; e também não era servido em taças ou casquinhas. A camada de chocolate que o envolvia obrigava o respeitável público a mordê-lo para chegar ao “recheio”, o sorvete propriamente dito) e o picolé Chicabon, na época, ambos ecritos com hífen.
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Durante esta década, a família cresceu. Surgiram os primeiros tijolos de sorvete, em sabores clássicos como morango e chocolate, e outros genuinamente brasileiros, como coco e castanha de caju. As campanhas publicitárias incluíam extravagâncias como aviões sobrevoando as praias cariocas e lançando picolés de pára-quedas. Antes que a década acabasse, a marca e os produtos KIBON já eram um sucesso. A partir de 1951, o nome KIBON passou a integrar a assinatura da empresa e os picolés ganharam os famosos palitos de madeira. Dois anos depois, a marca foi para a televisão e patrocinou um dos episódios do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Com esta participação, também fez história, com seu nome citado no roteiro, inaugurou uma das primeiras experiências de merchandising da televisão brasileira. Em 1955, estreou programa próprio, a Grande Ginkana Kibon, que revelava talentos mirins da dança e da música. Em pouco tempo, a atração se converteria em líder de audiência da TV Record, permanecendo nove anos no ar. Até o fim da década de 50, mais novidades aparecem: sorvete em copinho e em lata, sundae, picolés de frutas tropicais e bolo gelado.
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A empresa ficou nas mãos de Lutey até 1960, quando foi vendida à General Foods, na época um grupo americano que importava café brasileiro. Nesse período, os programas para crianças patrocinados pela marca na televisão eram campeões de audiência. A KIBON já estava no Brasil de norte a sul. Apesar do sorvete famoso, a marca ainda produzia ovos desidratados e congelados para a indústria de alimentos, além de balas (como as coloridas Delicados, amendoim coberto com chocolate e jujubas), chicletes (O PING PONG foi lançado pela empresa em 1945), chocolates (como o Ki-Bamba, Ki-Leite, Ki-Coco, Ki-Passas, Ki-Coisa e Lingote), cereais e sucos em pó. Tudo para depender menos da sazonalidade dos gelados, consumidos mais no verão. Mudar os hábitos de consumo dos brasileiros seria uma longa e constante batalha, que a KIBON começaria a vencer na década seguinte.

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Por várias ocasiões a Kibon realizou promoções, como em 1962, época da Copa do Mundo, com troca de palitos premiados por miniaturas de jogadores. Mesmo em seus primeiros tempos no Rio de Janeiro, a marca já havia produzido uma série especial de picolés - Ki Chute - para venda em estádios de futebol. Com a conclusão da nova fábrica no ano de 1966 era chegada a hora de repensar o visual. Remodelação de embalagens e logotipos e a implementação do conceito do sorvete como alimento nutritivo. A mecanização chegou às fábricas em 1967 com a adoção de máquinas que embalavam os produtos sem contato manual. A propaganda avisava: “Ninguém põe a mão em seu picolé. Embalagem selada”.
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Em 1970, o consumo de sorvete no Brasil estava entre os menores do mundo. Por isso, em 1975, investir na linha doméstica tornou-se palavra de ordem. O aumento de poder aquisitivo da classe média em plena euforia do “milagre econômico” ajudaria a marca a conquistar seus objetivos. O perfil da linha familiar começou a se delinear em 1976, com composições à base de leite e na venda em supermercados das embalagens de dois litros. No ano seguinte, uma falha no fornecimento de folhas-de-flandres – matéria-prima das latas – fez a KIBON adotar o plástico, material que se tornara mais acessível. A mudança impulsionou as vendas naquele ano, com o sucesso da nova embalagem entre as donas-de-casa.
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O trabalho da KIBON em procurar modificar os hábitos de consumo dos brasileiros estava surtindo resultados positivos já no final dos anos 70. Na década seguinte, a linha de sobremesas apresentou novas receitas de doces brasileiros para os picolés. Enquanto isso também foi desenvolvida uma sofisticada versão de sobremesas com inspiração francesa como o tijolo Chandelle. Depois a KIBON acertou em cheio ao lançar o picolé de Tutti-Frutti e o de Brigadeiro em 1982. Foi neste período, em 1984, que surgiu por exemplo o picolé Pimpão, com formato de palhacinho em três sabores.

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Em 1985 a KIBON foi vendida para a Phillip Morris, empresa norte-americana mais conhecida por seus negócios na indústria do fumo, que pagou US$ 6 bilhões por todas as operações da General Foods no mundo. No pacote, a KIBON foi junto. Dois anos depois, a marca ganha o slogan “É gostoso e faz bem”, que a associa ao prazer e à saúde, fortalecendo a imagem do sorvete como alimento. No final desta década, a marca estava presente com sua marca em aproximadamente 40 mil pontos-de-venda em todo o Brasil. A década de 90 chegou com investimentos em tecnologia e em produtos mais sofisticados, voltados para o consumidor adulto. A primeira iniciativa, ainda em 1990, foi o lançamento dos potes Mövenpick, marca suíça de sorvetes finos, em sabores como nozes e framboesa.
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O sorvete tornava-se também questão de estilo de vida – um conceito tão valorizado pelo consumidor moderno quanto sabor e qualidade. Já em 1997, um negócio bilionário leva a Gessy Lever (atual Unilever) para as manchetes dos meios de comunicação com o anúncio da compra da KIBON por US$ 930 milhões. Ao adquirir a KIBON, a Unilever comprou uma marca consolidada. De cada dez picolés ou potes de sorvete vendidos em padarias e supermercados, seis eram da marca na época. Em nenhum outro país do mundo um fabricante de sorvete encontrava tamanha fidelidade no mercado. Sorvetes não eram uma novidade para a nova proprietária da KIBON. Em 1929, o fundador, William Hesketh Lever, comprara na Inglaterra sua primeira fábrica de gelados. Outras viriam – inclusive no Brasil, com a aquisição da Gelato, em 1973.

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Nesta época, com 60% de participação de mercado de sorvetes no país, a empresa resolve relançar antigas marcas da Gelato como em 1998, com um grande e festejado relançamento do Cornetto (que havia sido introduzido originalmente em 1971). Lembra do jingle? Cornetto mio é da Gelato! E no ano de 1999, com o objetivo de fortalecer o segmento de perfil mais sofisticado, a marca Magnum.
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A linha do tempo
1950
● Lançamento do picolé de maracujá.
1964
● Lançamento do KIBONBON, sorvete de coco em caixinha.
1974
● Os tijolos ganham status de sobremesa fina com o lançamento de Charlotte, Kapuccino, e Spumoni.
1978
● Lançamento da linha Doces Brasileiros com os sorvetes Kindim e Kimanjar Branco, que reforçam o conceito do produto como sobremesa.
1979
● A marca investe no público jovem, freqüentador de lanchonetes, com os picolés Banana Ki-Split, Milk-Shake e Sundae.
1982
● Lançamento da linha de embalagens decoradas. Eram seis latas pintadas com motivos art nouveau. O grande sucesso leva a uma nova coleção, com 12 latas assinadas pelo artista plástico Aldemir Martins.
1984
● A KIBON lança novos acompanhamentos para sorvete. A linha, que já atendia a lanchonetes e sorveterias, ganha embalagens menores para consumo doméstico. Ela inclui coberturas, complementos (marshmellow e castanha de caju) e xaropes para milkshakes.
1987
● O clássico Eskibon sai de linha quando os equipamentos que o produzem, obsoletos, são aposentados. O sorvete voltaria no ano seguinte, graças a máquinas mais modernas, com o slogan “Algumas coisas são realmente insubstituíveis. Eskibon só tem um”.
1989
● Lançamento da nova linha Frutilly, picolés de frutas recheados com creme, dirigida ao público infantil.
1990
● Lançamento da linha Diet Form, para consumidores preocupados com a manutenção do peso.
1991
● Os picolés de fruta passam a integrar a família Fruttare, e a assinatura Suco de Fruta no palito é aposentada. Uma nova campanha destaca os sabores da linha, com atenção para Limão, que tem o melhor desempenho na categoria.
2000
● O verão chega com lançamentos infantis, como os picolés Eureka, Cérebro, Big Stick, Risque e Rabisque e a linha Zooado.
● O sorvete Cornetto estréia novos sabores e versões em copinho.
2002
● A KIBON inova o segmento de sorvetes em máquina com o lançamento do Cornetto Kibon Express. O equipamento, desenvolvido especialmente pela empresa, permitia ao consumidor montar seu Cornetto na hora, em shopping centers e cadeias de lanchonetes.
2003
● A KIBON introduz no Brasil a linha de sorvetes Carte d'Or, com sobremesas mais sofisticadas.
● No fim do ano, em parceria, KIBON e Bauducco lançam KIBON Chocottone, panetone com gotas de chocolate, recheado com sorvete Chicabon.
2004
● Lançamento de Cornetto Aphrodiziac, uma edição limitada com três sabores, cada um representando uma etapa da paquera.
● Lançamento do KIBON Ades, sorvete com os mesmos sabores e valores nutricionais da bebida à base de soja da Unilever.
● Inspirada em desenhos animados de grande audiência entre as crianças, a linha infantil traz novidades como os picolés KIBON Bob Esponja Patrick e KIBON Yu-Gi-Oh!, este último com plastito – palito de plástico flexível – na inovadora cor preta.
2005
● A KIBON se une à Adams e lança o picolé KIBON Bubbaloo, o primeiro sorvete com o sabor original do chiclete.
● Lançamento do Chicabonzinho, versão menor do tradicional Chicabon, para o público infantil.
2006
● Lançamento do KIBON Cornetto em barra: estréia da linha em formato diferente do Cone.
● Lançamento de KIBON Sorvete de Chocolate em versão light para sorveterias, primeiro da categoria. Sem açúcar, ele contém 63% menos calorias e 73% menos gordura que o tradicional.
● A KIBON elimina a gordura trans – gordura vegetal hidrogenada que aumenta o risco de infarto, derrame e diabetes – de todos os seus produtos.
2007
● Lançamento do KIBON Napolitano em picolé, em edição limitada de inverno. O sabor, um dos mais vendidos entre os potes de 2 litros, chega para segurar a tendência de queda no consumo de sorvetes no inverno.
● Lançamento do KIBON Leite Condensado, em edição limitada.
● Lançamento do KIBON Refresh, picolés nos sabores Lima-Limão, Groselha e Laranja, nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, com preço mais acessível.
● Lançamento da edição limitada KIBON FIESTA, oferecendo potes de 2 litros em duas variantes, com três sabores cada: Brigadeiro, Beijinho & Brigadeiro de Morango e KIBON 3 Chocolates (meio amargo, branco e ao leite).
● Primeira empresa do mercado a lançar sorvetes com 70% leite na formulação. Para se ter uma idéia, duas bolas de sorvete (60gr cada) possuem a mesma quantidade de cálcio que um copo de leite – ou seja, 20% da necessidade diária que deve ser ingerida em uma dieta equilibrada. Napolitano, Creme e Flocos – foram os três primeiros carros-chefe da linha a contar com essa formulação. No ano seguinte foi a vez dos sabores Morango, Carioca, Coco e Abacaxi, Passas ao Rum e Chocolate.
● Lançamento, em dezembro, do picolé GUARANÁ ANTARCTICA, em associação com a Ambev. O produto surpreendeu vendendo 4.5 milhões de unidades em apenas um mês.
2008
● Lançamento, em parceria com a Kraft Foods, da versão em sorvete 2L dos bombons Sonho de Valsa e Ouro Branco.
2009
● Lançamento da linha “Sabores do Coração” com o relançamento do sabor Milho Verde – sucesso no verão – e o lançamento do sabor Amendoim, além de mais uma autoridade em prazer, Magnum Branco, a quinta versão da linha no país.
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A grande estrela
A grande estrela dentre os inúmeros sorvetes da KIBON é o picolé CHICABON, lançado no mercado em 1942, com uma receita exclusiva de chocolate, malte e leite. O nome que se tornou sinônimo de picolé de chocolate é homenagem a uma mulata bonita que se chamava Francisca. Pela semelhança da cor do chocolate e da pele de Chica (apelido da deslumbrante mulata), o picolé acabou sendo batizado.
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Em 2007, para comemorar os 65 anos do picolé CHICABON, a KIBON investiu R$ 1.5 milhões em ações de aniversário que incluíram embalagens comemorativas (em estilo vintage que explorava os elementos das principais embalagens das seis décadas de história do produto), novo formato de sorvete e uma promoção cheia de desafios e prêmios. Outra novidade para a data foi o lançamento do MINI CHICABON que consistia em uma caixa recheada de mini-bombons de sorvete CHICABON cobertos por chocolate ao leite. Com o lançamento do MINI CHICABON a linha passa a contar com picolé, pote 2 litros, embalagem multipack (com 5 picolés para consumo em casa) e milk shake (introduzido no ano de 2007, em parceria com a rede de lanchonete Bob’s). Na imagem abaixo é possível acompanhar a evolução do logotipo e das embalagens do produto ao longo dos anos.
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A evolução visual
Em 2000, a KIBON apresenta oficialmente um novo logotipo (criado um ano antes): um coração de contorno vermelho, que passa a identificar a marca nos pontos-de-venda, estabelecendo uma relação afetiva com os consumidores por meio deste símbolo universal. Foi uma grande ousadia mudar a tradição do famoso K (como logotipo) no Brasil para o coração. A mudança foi gradual. Pouco tempo depois o logotipo sofreu pequenas mudanças passando a ser impresso em cima de um fundo vermelho. O coração da KIBON aqui é o mesmo coração de outras marcas da Unilever no mundo. É uma Powerbrand: você vê o símbolo e, em qualquer lugar do mundo, associa ao produto.
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Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1941
● Fundador: John Kent Lutey
● Sede: São Paulo
● Proprietário da marca: Unilever
● Capital aberto: Não
● Presidente: Vinicius Prianti (Unilever)
● Faturamento: RS$ 1.1 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Maiores mercados: Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste
● Funcionários: 1.500
● Segmento: Comidas
● Principais produtos: Sorvetes
● Ícones: O sorvete Chicabon
● Slogan: Isso sim é diversão.
● Website: www.kibon.com.br
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A marca no Brasil
Atualmente, a KIBON possui unidades fabris no interior de São Paulo (Valinhos) e Recife, vendendo seus produtos em todos os estados brasileiros. A empresa possui 60% de participação de mercado no segmento impulso (picolés) e 51% em Take Home (potes). No geral, a preferência dos consumidores pelos produtos KIBON reflete a liderança significativa da marca, que tem 54,7% de participação no mercado de sorvetes (AC Nielsen jul/2008).
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Você sabia?
● Apesar da KIBON estar presente somente no Brasil, a Unilever, proprietária da marca, comercializa os produtos da Marca do Coração em mais de 40 países. A Marca do Coração opera sob nomes diferentes em mercados diferentes (Wall's no Reino Unido e na maior parte da Ásia, Algida na Itália, Langnese na Alemanha, Kibon no Brasil e Ola na Holanda).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Isto é, Exame, Época, Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding e Wikipedia (informações devidamente checadas).

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CELULAR O PRIMEIRO DA HISTORIA

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O primeiro celular da história



Celular
Há meio século, precisamente no dia 16 de outubro de 1956, era criado o primeiro celular, aquela época conhecido como sistema automático de telefonia móvel ou MTA como ficou
conhecido.


O equipamento, inventado pela Ericsson, era bem diferente dos pequenos aparelhos portáteis de hoje, ainda que com a mesma funcionalidade. De início, a telefonia móvel era sinônimo de comunicação por meio de rádios, operando na faixa dos 160MHz, instalados em automóveis, barcos, etc. O aparelho MTA pesava nada mais, nada menos que 40 kilos.
Hoje a comunicação móvel faz parte do cotidiano de quase um terço da população mundial, sendo que 2 bilhões já conectados com o sistema GSM.

A história de William COLGATE

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A história de William COLGATE


william_colgate.jpg     Oscar Lowry conta a seguinte história no seu livro The Sin We’re Afraid To Mention [O Pecado Que Receamos Mencionar]: «Há já muito tempo, um rapaz de 16 anos deixou a sua casa para procurar fortuna. Levando consigo todos os haveres num pequeno embrulho, dirigiu-se por um caminho ao longo dum canal para uma grande cidade.
     À medida que por aí caminhava, encontrou um velho vizinho, capitão dum barco do canal, e entabularam conversa da seguinte maneira: «Olá William, então aonde vais?» «Não sei - respondeu o rapaz - O meu pai é pobre de mais para me poder sustentar por mais tempo e diz que agora eu devo ganhar para mim.» «Não te importes com isso - ajuntou o capitão - Certifica-te de que começas bem, e continuarás optimamente.» O rapaz contou ao seu amigo que o único ofício de que sabia alguma coisa era o do fabrico de sabão e velas, no qual ajudava o seu pai, quando se encontrava em casa.
     «Então — disse o velhote — oremos juntos novamente, eu dar-te-ei um pequeno conselho e deixar-te-ei depois partir.» Ajoelharam ambos naquele caminho e o homem orou fervorosamente por William e deu-lhe depois o seguinte conselho: «Alguém será brevemente o principal fabricante de sabão em Nova Iorque. Tanto podes ser tu como outra pessoa qualquer. Espero que o sejas tu. Sê um bom homem; dá o teu coração a Jesus; dá ao Senhor o que Lhe pertence de cada escudo que ganhares; fabrica o sabão honestamente; não roubes no peso e tenho a certeza de que ainda chegarás a ser um homem rico e bom.»

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     Ao chegar à grande cidade, sem casa nem amigos, lembrou-se destas palavras de despedida e do conselho. Foi levado por elas a entregar-se a Cristo e a unir-se a uma igreja.
     Os primeiros escudos que ganhou, fez-lhe chamar a atenção para o assunto exposto pelo velho capitão. Procurou na Bíblia e viu que se exigia aos Judeus que contribuíssem com um décimo. «Se o Senhor receber um décimo, dá-lo-ei», disse ele, e assim fez. Acostumou-se a isto durante a sua longa vida. Um tostão de cada escudo era «sagrado perante o Senhor».
     Alguns anos depois William tornou-se sócio no negócio e mais tarde o único dono. Foi maravilhosamente abençoado. Então começou a dar dois décimos, tornou-se ainda mais rico e começou a dar três décimos, aumentando depois para cinco. Educou a sua família, estabeleceu planos para a sua vida e disse ao Senhor que Lhe daria todo o seu rendimento. Prosperou mais do que nunca. As escolas que agora usam o seu nome são monumentos à sua benevolência.
     Esta é a história verdadeira do Sr. William Colgate que deu milhões de escudos para a causa de Deus e deixou um nome que nunca morrerá. Os produtos com este nome são bem conhecidos em Portugal e em todo o mundo.

sábado, 22 de março de 2014

hoje Dia do Consumidor

Qual a origem da data?

Em 1962, o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, instituiu 15 de março como o Dia do Consumidor, para que os direitos dos compradores fossem lembrados. Anos depois, a data foi reconhecida mundialmente pela ONU. A partir de 2014, em todos os meses de março, o consumidor é presenteado com uma grande promoção!

E por que o Dia do Consumidor Brasil não é comemorado no dia 15?

O Dia do Consumidor Brasil será sempre numa quarta-feira. Isso porque os custos operacionais com logística e plantões são menores, o que favorece ainda mais o consumidor, pois as liquidações oferecidas pelo varejo brasileiro são ainda melhores! Assim, a data ocorre sempre numa quarta-feira subsequente ao Dia Mundial do Consumidor.

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

BOTOX

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BOTOX ® (onabotulinumtoxinA) Informações importantes
Indicação
BOTOX ® é um medicamento de prescrição que é injetada em músculos e usado para melhorar a aparência de linhas de expressão moderada a severa entre as sobrancelhas (linhas glabelares) em pessoas de 18 a 65 anos de idade por um período curto de tempo (temporária).
INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SEGURANÇA
BOTOX ® pode causar sérios efeitos colaterais que podem ser fatais. Ligue para o seu médico ou procure ajuda médica imediatamente se você tem qualquer um desses problemas qualquer tempo (horas ou semanas) após a injeção de BOTOX ®:
  • Problemas de deglutição, fala ou respiração, devido ao enfraquecimento dos músculos associados, pode ser grave e resultar em perda de vida. Você está em maior risco se esses problemas são pré-existente antes da injeção. Problemas de deglutição podem durar vários meses
  • Espalhe dos efeitos da toxina O efeito da toxina botulínica pode afetar áreas distantes do local da injecção e causar sintomas graves, incluindo:. Perda de força e de todos os mais de fraqueza muscular, visão dupla, visão embaçada e pálpebras caídas, rouquidão ou alteração ou perda da voz (disfonia) problemas, dizendo palavras claramente (disartria), perda de controle da bexiga, dificuldade para respirar, dificuldade em engolir. Se isso acontecer, não dirigem um carro, operar máquinas, ou fazer outras atividades perigosas
A dose de BOTOX ® não é o mesmo que ou comparável ao outro produto de toxina botulínica.
Não houve um caso confirmado grave de propagação do efeito da toxina quando BOTOX ® foi utilizado na dose recomendada para o tratamento de linhas de expressão.
. Graves e / ou imediatas reações alérgicas foram relatados Eles incluem: prurido, erupção cutânea, coceira vergões vermelhos, sibilos, sintomas de asma, ou tontura ou sensação de desmaio. Informe o seu médico ou procure ajuda médica imediatamente se você é chiado ou ter sintomas de asma, ou se você sentir tonturas ou desmaios.
Não tome BOTOX ® se você: alergia a qualquer dos ingredientes do BOTOX ® (ver guia de medicação para ingredientes); teve uma reação alérgica a qualquer outro produto de toxina botulínica como Myobloc ® (rimabotulinumtoxinB), Dysport ® (abobotulinumtoxin ), ou Xeomin ® (incobotulinumtoxinA); ter uma infecção da pele no local da injecção planeada.
Informe o seu médico sobre todos os seus músculos ou condições nervosas, como a esclerose lateral amiotrófica (ELA ou doença de Lou Gehrig), miastenia grave ou de Lambert-Eaton síndrome, como você pode estar em risco aumentado de efeitos secundários graves, incluindo disfagia severa (dificuldade de deglutição ) e comprometimento respiratório (dificuldade de respirar) de doses típicas de BOTOX ®.
Informe o seu médico sobre todos seus problemas médicos, incluindo: planos para a cirurgia; fez uma cirurgia em seu rosto, fraqueza dos músculos da testa, como dificuldades para levantar as sobrancelhas; pálpebras caídas, qualquer alteração anormal outro facial; estiver grávida ou se planeia engravidar (não se sabe se o BOTOX ® pode prejudicar seu bebê nascer); está a amamentar ou planeia amamentar (não se sabe se o BOTOX ® Cosmética passes para o leite materno).
A albumina humana e a propagação de doenças virais. BOTOX ® contém albumina, um componente de proteína de sangue humano. O risco potencial de propagação de doenças virais [por exemplo, a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ)] via soro albumina humana é extremamente rara. Não houve casos de doenças virais ou CJD já foram relatados em associação com albumina humana sérica.
Informe o seu médico sobre todos os medicamentos que toma, incluindo prescrição e não-prescrição de medicamentos, vitaminas e produtos naturais. Usando BOTOX ® com outros medicamentos podem causar efeitos colaterais graves. Não começar nenhuma novos medicamentos até que você tenha informado o seu médico de que recebeu BOTOX ® no passado.
Especialmente diga ao seu médico se: ter recebido qualquer outra toxina botulínica produto nos últimos 4 meses, receberam injeções de toxina botulínica, como Myobloc ®, Dysport, Xeomin ® ou no passado (não se esqueça o seu médico sabe exatamente qual o produto que recebeu); receberam recentemente um antibiótico por injeção, tomar relaxantes musculares, tomar uma alergia ou remédio para resfriado, ou tomar um medicamento sono.
Outros efeitos secundários de BOTOX ® incluem: boca seca, dor ou desconforto no local da injeção, cansaço, dores de cabeça, problemas de dor de garganta e os olhos: visão dupla, visão turva, diminuição da acuidade visual, pálpebras caídas, inchaço das pálpebras, e seca olhos.
Para mais informações consulte o Guia de medicamento ou fale com o seu médico.
Você é encorajado a relatar efeitos secundários negativos de medicamentos prescritos para a FDA. Visite www.fda.gov / medwatch ou ligue para 1-800-FDA-1088.
Por favor, veja BOTOX ® completa de informações do produto , incluindo caixa advertência e guia de medicação.
Informações sobre NATRELLE ®
O NATRELLE Colecção ® dos implantes mamários é indicado para fêmeas para o aumento do peito e reconstrução da mama .

sexta-feira, 15 de junho de 2012

apoio ao consumidor

A Boa Vista Serviços é um bureau de crédito brasileiro que oferece soluções inteligentes para a tomada de decisões de crédito e gestão de negócios. É administradora do SCPC, banco de dados com mais de 350 milhões de informações comerciais sobre consumidores e 42 milhões de registros de transações entre empresas.

Criada em 2010, é resultado da união da Associação Comercial de São Paulo, do fundo brasileiro de investimentos TMG Capital, da Equifax Inc., do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, da Associação Comercial do Paraná e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.

Hoje, atua com uma rede nacional de mais de 2,2 mil entidades representativas do varejo em todas as regiões do Brasil. A riqueza de informações do banco de dados permite à Boa Vista Serviços oferecer soluções inteligentes para auxiliar o processo de tomada de decisões de negócios de seus cerca de 1,2 milhão de clientes diretos e indiretos em todos os segmentos da economia.
 http://www.boavistaservicos.com.br/apoioaoconsumidor/podcasts

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Lojas no Japão oferecendo descontos só para estrangeiros

Lojas no Japão oferecendo descontos só para estrangeiros

No mais recente movimento destinado a incentivar turistas estrangeiros a retornar ao Japão,vários grandes varejistas decidiram oferecer descontos aos clientes com base na cor de seus passaportes.

 De acordo com o jornal Nikkei,lojas gigantes como a Isetan Mitsukoshi está oferecendo de 5 à 10% de desconto para compradores da China,Taiwan e qualquer outro mercado estrangeiro,porém seus cartões de crédito não irão servir lá e terão que pagar em dinheiro japonês.
Fonte japantoday.com

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

alianças matrimoniais

alianças matrimoniais

As alianças matrimoniais ja eram usadas desde os tempos primitivos, mas naquela época elas eram diferentes. O casal fazia uma marca, com brasas, em volta do dedor anelar de forma que se parecessem com um anel. A cicatriz era eterna, como a união e este dedo foi escolhido pq acreditava-se que nele passava uma veia que ia direto ao coração. Com o passar do tempo substituiu-se a cicatriz pela jóia, que inicialmente era de ferro, mas passou a ser feita de ouro tendo em vista o fato de o ouro ser um metal nobre, e portanto eterno, assim como se espera que seja o casamento.
Existe tb um simbolismo sobre o formato das alianças, que são redondas pq o circulo é a forma perfeita, ou seja, não tem inicio, meio, nem fim.



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

peru no natal

História do peru na ceia de Natal
Autor: Prof. Carlos Roberto Antunes dos Santos – UFPR
Publicado em: Gazeta do Povo, 24 de dezembro de 2004
Entre os astecas, a prática do canibalismo era habitual. O Estado asteca fazia a guerra para se alimentar dos prisioneiros, num ritual prévio onde ao Deus Sol eram oferecidos sacrifícios humanos. Mas a dieta não ficava exclusiva à carne humana. Eles também se alimentavam de animais possíveis de serem encontrados nos seus domínios: os cães e os perus. Os perus eram criados pelos índios, atividade bastante antiga, com clima propício para a prosperidade desta criação. Geralmente os astecas cozinhavam o peru acompanhado de cebola, alho-poró e molho à base de pimenta vermelha.
Em 1518, quando do início do contato entre os índios e espanhóis no processo colonizador do México, F. Cortez tomou conhecimento do peru como ave para alimentação exposta no mercado de Tenochtitlán, capital asteca, trazendo, após, alguns exemplares para a Europa. O peru também vivia em estado selvagem nos bosques do Canadá. Foi ao longo do século XVI que a Europa descobriu essa ave, um pouco estranha, que foi chamada de "galinha da Índia", pois muita gente ainda confundia a América com as Índias Ocidentais. Os jesuítas a introduziram como prato em seus colégios religiosos. A Inglaterra tomou conhecimento da ave em 1525, sendo que rapidamente constituiu-se no prato principal da ceia de natal entre alguns países europeus, e somente após na América do Norte. Para Brillat Savarin, o peru foi um dos mais belos presentes que o Novo Mundo ofereceu ao velho Continente. Em meados do século XIX o peru, praticamente, substituiu o cisne como ave de natal na Inglaterra, popularizando-se definitivamente.
A introdução e fixação do peru como prato principal na Europa e nas Américas, incluindo o Brasil, na comemoração do nascimento de Cristo, transformou o ritual do jantar de Natal em ceia. A abundância, e mesmo a extravagância, caracterizam a essência do momento da ceia de Natal, pois este ritual passou a ser entendido como expressão simbólica do sucesso frente aos ditames da vida cotidiana ao longo do ano. No Brasil, dependendo das disposições financeiras das famílias esta ceia, além do peru assado, pode comportar diversos outros pratos como salpicão, outras saladas, ostras, arroz à grega, pernil de porco, frutas, panetone, castanhas, nozes, bolos. No sentido da ceia como festa, o prato principal deve ser o assado pois, segundo Levi-Strauss, de acordo com as nossas convenções sempre que o menu inclui um prato de carne assada ser-lhe-á conferido um lugar de honra no centro da refeição. Portanto, num momento de demonstração de abundância, e mesmo de desperdício, o assado recebe um status superior em relação ao cozido. Na obra "O Triangulo Culinário", Strauss revela que do contraste entre os estados assado e cozido emergem características universais: no cozimento se conserva a carne e seus sucos, ao passo que o assado constitui um processo de destruição e perda. Assim um denota economia; o outro prodigalidade; o assado é aristocrático, o cozido é plebeu! Desta forma, os estados dos alimentos são apropriados para usos e abusos como símbolo de diferenciação social.
Em alguns lares, o chefe da família é convocado para trinchar o peru assado e dividi-lo entre os presentes. E neste ritual prevalece a hierarquia entre os convidados bem como as deferências, pois as ofertas das partes do peru, e mesmo de outros assados, eram graduadas segundo a posição social dos convidados:

1. Ao convidado mais ilustre, o dono da casa dizia: "Caro Sr. ...poderia eu ter a ousadia de lhe oferecer uma parte do perú?";
2. Ao segundo convidado em dignidade, dizia "O Sr. teria a gentileza de aceitar um pedaço de peru?";
3. Ao terceiro convidado na hierarquia à mesa, o dono da casa perguntava: "O Sr. quer peru?";
4. Ao quarto na hierarquia oferecia:"um pouco de peru?";
5. enfim ao quinto perguntava, com um pequeno aceno com a faca, "peru?".
Ainda no final do século XIX este ritual incluía a arte de amolar a faca; o trinchamento competente da ave pelo chefe de família, sentado ou levantado; as perguntas usuais sobre as partes que se deseja saborear e a oferta do molho. Esta cerimônia de trinchar a carne do peru é cada vez menos usual, mas ainda se mantém na Inglaterra.
No Brasil, além do prato, o peru tornou-se bastante popular como o número 20 no jogo do bicho, e como tema de música de carnaval. Como comida, principalmente na área rural que é o prodígio da memória gustativa, é considerado rei das festas, de acordo com Rachel de Queiroz, recebendo, antes do abate, um tratamento previamente estabelecido: uma ave nova, no seu tamanho máximo de crescimento, papo amplo, coxa grossa, muita carne de peito e em quantidade suficiente para o número de convivas. Após colocado no quintal era-lhe preparado o porre de véspera da ceia de natal. O seu bico era aberto e despejado dois tragos de pinga goela baixo. Estas medidas eram suficientes para amolecer a carne, largar os músculos e desabar no chão. Um outro método era abrir a goela do peru e enfiar forçosamente punhados e punhados de milho, no sentido de inchar a ave para ser mais facilmente digerida. Daí diretamente para o forno, cujo assado torna-se o prato principal da ceia de Natal bem brasileira. Segundo Nina Horta, em meados dos anos 50, a tradição de comidas bem brasileiras foi rompida. Influenciada pela cozinha americana, a nossa ceia de Natal começou a desprezar a farofa, sendo que o peru e o pernil aparecem guarnecidos com frutas frescas, compotas, doces de figos, pêssegos e abacaxis.
As histórias da comida revelam os tempos da memória gustativa, onde a gastronomia deixa a cozinha e invade a academia, com dissertações de mestrado e teses de doutorado abordando cada vez mais o tema. Falar de comida deixou de ser um apanágio exclusivo das donas de casa ou de chefs de restaurantes. As receitas culinárias, os livros de receitas e os relatos empíricos constituem importantes fontes históricas, em projetos de pesquisa multi e interdisciplinares.
Carlos Roberto Antunes dos Santos é professor Titular de História do Brasil, área de História da Alimentação.

Referências Bibliográficas:

• BRILLAT-SAVARIN. A Fisiologia do Gosto. Rio de janeiro: Salamandra, 1989.
• HORTA, Nina. Não é Sopa: Crônicas e receitas de comida. S. Paulo: Companhia das Letras, 1995.
• LEVI-STRAUSS, C. Le Triangle Culinaire. Aix-en-Provence: l’Arc, n° 26, 1965.
• QUEIROZ, R. O Não Me Deixes. Suas histórias e sua cozinha. S. Paulo: Siciliano, 2000.
• SANTOS, Carlos R. A. Por Uma História da Alimentação. Curitiba: História: Questões & Debates, n° 26/27, dez. 1997.
• VISSER, M. O Ritual do Jantar. Rio de Janeiro: Campus, 1998.



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

BEIJO NA BOCA



BEIJO NA BOCA

Além disso, é o ponto de partida de qualquer relacionamento. O coração dispara, o corpo se aquece, a pressão arterial aumenta. O beijo na boca desperta o corpo.

O olhar, o tato, o paladar, o olfato e a audição se intensificam. Por isso, o desejo sexual cresce, aumentando o prazer. Essa eletrização ocorre porque os parceiros se tocam em um ponto extremamente sensível. Os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Mas com uma grande vantagem: o apelo erótico.

"Os lábios só perdem em sensibilidade para o clitóris e a glande", afirma o sexólogo americano Daniel Stein. Um ingrediente extra favorece o prazer: a fantasia.

No imaginário masculino, a boca se assemelha à vulva, o que torna um beijo de língua tremendamente excitante. Para os homens, essa carícia faz lembrar a penetração do pênis na vagina. E mais, o beijo é visto pelos sexólogos como um dos principais ingredientes da vida afetiva. A falta dele pode ser sinal de afetividade em baixa.

"O beijo exige entrosamento, carinho. Se os dois não estão felizes um com o outro, podem até conviver, mas fica ruim se beijar", explica a psicóloga Carla Zeglio, do Instituto Paulista de Sexualidade. "Muitas vezes o casal faz sexo, mas não beija na boca. Falta um sentimento mais forte", conclui.

A questão da afetividade foi levantada pela pesquisadora inglesa Martha Stein, em 1980, ao avaliar o comportamento de 64 prostitutas. Ela assistiu, escondida em quartos de motel, a 1.230 relações sexuais. Na maioria delas não ocorreu beijo na boca, porque as mulheres temiam se apaixonar se fizessem isso. Quanto mais se beija, mais se quer beijar.

Esse é o segredo para quem quer resgatar a prática.

"A gente tem de forçar a barra e achar um tempinho para encaixar o beijo na rotina", diz o psicólogo Aílton Amélio. Para despertar o desejo, basta fechar os olhos e relaxar. Uma delícia, não? Então por que deixar para depois? Quer mais um motivo? Além de ser prazeroso, o beijo traz uma série de benefícios físicos e emocionais. O toque ardente dos lábios movimenta 29 músculos, provoca a pressão de até 12 quilos de um rosto contra o outro e eleva os batimentos cardíacos: eles saltam de 70 para 150 batimentos por minuto. Esse bombeamento sanguíneo aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui a insônia e as dores de cabeça. A cada beijo de língua, trocam-se 250 bactérias junto com a saliva, o corpo queima 12 calorias e a produção de hormônios aumenta.

O nível de serotonina, substância química que dá a sensação de euforia e relaxamento, cresce.

Por isso, beijar na boca acalma, ajuda a liberar sentimentos reprimidos, reduz o complexo de rejeição e alivia o estresse. Tudo em questão de instantes.



"O que é a vida sem um sonho?"
Edmond Rostand

"Uma idéia sem execução é um sonho"
Duque de Saint-Simon

"Nunca confie em quem não tem inimigos"
Emerson R. Camargo

"Perdemos muito por medo de tentar"
J. N. Maffitt

"Todo prazer é erótico"
Freud

MITOS SOBRE CERVEJA

MITOS SOBRE CERVEJA

1.

Cerveja normal ou light - As cervejas light têm em geral entre 90 a 100 calorias, contra as menos de 200 calorias das convencionais. Um amante de cerveja diz que a diferença é a mesma entre comparar um McDonalds com um Restaurante 5 estrelas. Os que buscam uma vida mais saudável e estão acostumados com dietéticos e light, dizem que a diferença é imperceptível. Portanto, a menos que você beba 300 cervejas por semana, opte por uma cerveja boa e convencional, nada de light.
2.

Quanto mais escura é a cerveja, mais álcool contém - Nem sempre. A cerveja Guinness, por exemplo, é preta, e tem 4,2% de álcool. A cor da cerveja vem do malte torrado, o que não representa nada no teor alcoólico. Já os demais componentes são responsáveis pelo álcool, mas não influenciam na cor.
3.

A cerveja fica com o gosto ruim se esquentar e gelar novamente - pode acontecer caso a cerveja passe pelo processo de gelar/descongelar por muitas vezes. Mas muitas pessoas acreditam que o gosto fica esquisito quando se gela uma cerveja que já foi gelada e voltou à temperatura normal. A cerveja pode estragar com o ar, a luz e o tempo. A temperatura não estragará sua cerveja a menos que seja extrema.
4.

As cervejas dos EUA têm menos álcool que as demais - Algumas pessoas notam uma diferença no rótulo, sobre o teor alcoólico das cervejas comercializadas nos EUA. Os americanos usam a média de álcool por peso, enquanto os demais países adotam o padrão de álcool por volume. Uma vez que a cerveja pesa menos que a água, as cervejas americanas apresentam números menores, mas não menos álcool.
5.

A cerveja Guinness servida na Irlanda é melhor - O processo de fabricação da cerveja é de baixo custo, então porque essas marcas arriscariam sua reputação ao fabricar cerveja diferente para exportação? Não faz muito sentido, e não é verdade. Com raras excessões, a cerveja exportada é exatamente igual à local. A única diferença é o frescor devido ao tempo gasto na exportação.
6.

A cerveja não deveria ser amarga - O amargo da cerveja vem de um componente (presente em todas cervejas) responsável pelos maltes doces e que age como conservante. Algumas cervejas têm mais (como a India Pale Ales) e outras têm menos, caso da Wheat Beer.
7.

As melhores cervejas estão nas garrafas verdes - as garrafas escuras (em geral marrons) protegem muito mais a cerveja da luz do que as claras (verdes ou transparentes). O mito surgiu depois da Segunda Guerra Mundial, quando os europeus consumiam cervejas importadas que eram produzidas e envasilhadas em garrafas verdes devido à escassez local.
8.

As cervejas da Tailândia contêm formaldeído - Acredita-se que as cervejas fabricadas em Singha contêm na fórmula formaldeído. A explicação mais aceitável é que as cervejas fabricadas em Singha contêm muito mais álcool e são muito mais amargas. Quando soldados americanos ou ingleses bebiam na Tailândia, ficavam bêbados com maior facilidade e muito mais rápido do que costumavam, além de sentirem um amargo muito mais intenso. A explicação sugerida é que continha formaldeído em sua fórmula. Loucura.
9.

A cerveja Corona é urina mexicana - Durante a década de ‘80, surgiu um rumor de que trabalhadores da fábrica de cerveja Corona (bem popular nos EUA) estavam urinando nos tanques das cervejas destinadas aos EUA. Certamente seria, no mínimo, desagradável, se fosse verdade. Mas como todo mito, isso causou transtornos para a fábrica - sua popularidade foi diminuindo entre os consumidores de cerveja americanos e quem se beneficiou com isso foi a Heineken. Peraí, e onde a Heineken entra na história? Ela foi a responsável por espalhar o rumor (aconteceu um caso similar a este aqui no Brasil, envolvendo a Coca-Cola e a Dolly). O responsável da Heineken admitiu a concorrência desleal e a Corona teve sua popularidade em alta novamente. Mas esse rumor é espalhado até hoje por todo o país!
10.

Mulheres não gostam de cerveja - Quem será que inventou isso?! Algumas mulheres bebem muito mais do que homens. Há milhares de casos em que a mulher agüenta beber muito mais do que o homem.

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