vale a pena comprar um pc gamer Frankenstein montado no Mercado Livre

Imagem
vale a pena comprar um pc gamer Frankenstein montado no Mercado Livre  Direto ao ponto: Geralmente NÃO vale a pena. Esses computadores que você chamou muito bem de "Frankenstein" no Mercado Livre são armadilhas financeiras disfarçadas de oportunidade. Eles usam uma estratégia de marketing agressiva para enganar quem não entende de peças. Aqui está a verdade nua e crua sobre como eles montam essas máquinas e por que você deve fugir delas: monte seu computar voce mesmo da forma que você quiser aprenda aqui  A Anatomia do "PC Frankenstein" Os vendedores do Mercado Livre compram peças obsoletas descartadas da China a preço de banana e montam um computador com uma carcaça bonita cheia de luzes LED (RGB) para parecer moderno. O Truque do "Processador Core i7": Eles anunciam "PC Gamer Core i7". O que eles não te contam é que é um i7 de 1ª, 2ª ou 3ª geração (lançados há mais de 12 anos). Um processador básico de hoje em dia é dez vezes mais rápi...

New Civic



Novo "New Civic"





Um dos lançamentos mais esperados do ano, a nona geração do Honda Civic foi apresentada nesta quinta-feira (24), em São Paulo. Ela era prevista para julho passado, mas a culpa do atraso não é da montadora japonesa. Primeiro foram os desastres naturais no Japão, ocorridos em março, que adiaram o lançamento do sedã. Superado o contratempo, as recentes enchentes na Tailândia jogaram a chegada dele para a segunda quinzena de janeiro. Tudo por conta das dificuldades enfrentadas pelos fornecedores.

As postergações também levaram a Honda a não definir, ainda, um preço para o novo Civic. Executivos da marca dizem que a versão intermediária, LXL, deve continuar em R$ 67.340, preço do atual modelo. Já as configurações das pontas, LXS (básica) e EXS (topo), provavelmente terão uma variação de 1%, para mais ou para menos. Os valores serão confirmados (e revelados) nos próximos dias, diz a montadora. Os testes em concessionárias começam só no ano que vem.

Brasil x Mundo




Produto global, o Civic é o mesmo pra todo mundo. Mas há algumas diferenças estéticas no modelo nacional. Basicamente, mudam: o para-choque dianteiro, bem mais esportivo; os faróis, de lentes mais refinadas; e detalhes mínimos no para-choque traseiro. Até aqui, estamos à frente do modelo norte-americano, que é um tanto insosso. O único problema talvez seja o aplique refletor que invade a tampa do porta-malas, dando uma seriedade exagerada à traseira do veículo.

Internamente, o que foi de grande ousadia no lançamento da oitava geração, em 2006, ganhou volume. O painel continua com dois andares, mas está maior. Tudo para abrigar mais informações, como o indicador do ECON e o intelligent Multi-Information Display (iMID) – o outrora sedã menos equipado da categoria agora tem até tela de LCD de 5 polegadas. As dimensões também mudaram, deixando o Civic mais comprido e mais curto no entre-eixos. O primeiro recurso foi bom para o porta-malas, que passou de ruins 340 litros para bons 449 litros. Agora sim o Civic tem porta-malas de sedã.




Consumo

Uma das queixas em relação ao atual modelo é o consumo. O novo Civic, para se redimir, traz o sistema Econ: basta apertar um botão à esquerda do volante e o funcionamento do motor muda, imperceptivelmente, priorizando o consumo. Basicamente, a borboleta do acelerador, com o Econ ligado, abre gradativamente, deixando o controle de injeção de combustível mais comedido, ao abrir a borboleta de aceleração gradativamente. Também há aperfeiçoamentos no motor, que tem torque disponível mais abundantemente em baixas rotações, e no câmbio, que ficou mais curto nas 1ª e 2ª marchas.

Mais estável, menos esportivo

É preciso ficar claro que o novo Civic não é apenas uma reestilização do atual modelo. Trata-se de um carro distinto. Segundo a Honda, 95% das peças foram trocadas. Além das evoluções no motor e no câmbio, mexeu-se também na plataforma. Graças a um sub-chassi (quem sustenta a suspensão dianteira) mais flexível, há mais estabilidade. E não é papo de engenheiro: numa pista fechada, o novo Civic contornou curvas mais “pregado” ao chão e com os pneus reclamando bem menos que o modelo atual, lá também presente para comparações. Além de mais estável, está sensivelmente mais macio, absorvendo melhor as irregularidades do piso. E o desempenho continua adequado às intenções de um sedã médio.

O novo Civic é mais carro que o atual. Reclamavam da falta de equipamentos, e a Honda incrementou o sedã de equipamentos. Reclamavam do porta-malas pequeno, e lá foi a montadora ampliar seu espaço. Reclamavam das saídas de frente em curvas mais ousadas, e agora é preciso exagerar para tirar o carro de sua trajetória. Até GPS, que a versão atual nunca sonhou ter, essa tem.

Mas alguma coisa na sua essência se foi. O Civic continua um carro gostoso de guiar, mas não especial. O câmbio manual não é mais seco e preciso; é macio e preciso. A direção hidráulica era direta e tinha o peso ideal; a nova é elétrica, e diminui um pouco a comunicação entre motorista e carro. E o volante, que convidava qualquer um a dirigir, passou a ser apenas uma peça para movimentar o carro para um lado para o outro.




Enquanto o atual é um carro mais visceral e de pretensões esportivas, esse é um ótimo sedã, mas levemente apimentado. É provável que a nona geração leve o modelo a retomar a liderança no segmento de sedãs médios – afinal, o atual campeão Corolla pouco fez para manter o trono, recebendo alterações discretíssimas, bem menores em quantidade e intensidade do que as que o Civic ganha agora. Mas o atual modelo certamente deixará saudades.


-->

Comentários

Descubra Mais

Veja nossas resenhas sobre produtos:

Referências

Saiba mais sobre produtos e ofertas:

Compartilhe suas opiniões! Deixe um comentário em Amostra Grátis Net Aprovados.

User-agent: * Disallow: /search Allow: / Sitemap: https://amostragratisnetaprovados.blogspot.com/sitemap.xml

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Seguidores